Cãozinho é condenado a prisão perpétua por ter provocado a morte do gato do governador da Pensilvânia, Gifford Pinchot

Por: | 07:15 Deixe um comentário





  Parece bizarro mas essa história aconteceu de fato em 1924, com o cãozinho conhecido como "Pep the Black", na Pensilvânia. 

    A história real é que o cãozinho teria não só sido preso, mas também condenado por apenas mexer com um animal de muita estima do então governador da Pensilvânia, Gifford Pinchot.



   Pep foi condenado a permanecer o resto de sua vida na penitenciária do estado. Na época, o prédio da penitenciária era o maior e mais caro da história, além dem ser o único que oferecia estrutura de reabilitação e recuperação dos detentos, separando cada um deles.
  O fato é que Pep não foi o responsável pela morte do precioso bichinho de Pinchot, mas esta foi a versão dele da história.







  Terapia com cães ?

   A realidade é que Pinchot defendia um sistema penitenciário baseado na terapia ao invés de obriga-lo a viver em condições desumanas. Pinchot havia estudado e descobriu que os cães eram ótimos aliados em uma espécie de terapia para presidiários. 

   Pep era um cãozinho da família do governador e este já estava pensando em levar o tal cãozinho para o presídio. Com medo de ser ridicularizado pelos jornais, ele inventou uma falsa história de que o cãozinho havia sido responsável pela morte de seu animalzinho de estimação. Teoricamente, o governador "furioso" condenou o cão fofinho a prisão perpétua. 

   Não se sabe realmente se Pep ficou todos os dias de sua vida na prisão, da mesma forma que não se sabe como ele era tratado dentro da prisão (se era usado para terapia ou não). O fato é que o caso repercutiu muito e o governador recebia várias cartas de cidadãos pedindo para que o cãozinho fosse solto. 

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